De todos os poemas que escrevo,
o mais silencioso e bonito
vive dentro de mim.
Mente, coração e alma,
andando juntos,
batendo no mesmo ritmo frenético do meu pensamento
O mesmo ritmo das ideias alucinantes,
das suposições loucas
Cabe em mim sentimentos inexistentes,
coisas ruins,
coisas boas
Cabe em mim um sangue doce e suave,
um sangue amargo e grosso
Cabe em mim uma pessoa boa,
uma pessoa má.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
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Gostei mto desse Poema...expressa bem a ambigüidade contida em cada ser humano...Parabéns!!!
ResponderExcluirNossa, muito legal esse poema!! É um retrato da alma humana. Parabéns!
ResponderExcluirUm abraço,
Géssica.