Horizonte amarelo, céu marinho
A música toca, estou invisível
O céu é um poema,
música é companhia
Eu poeta, faço parte do poema
transformando gestos em palavras
Invisibilidade, palavra bonita
sentido feio
Ninguém quer ser invisível,
muito menos eu
Eu solitário,
solidão é normal, mas o silêncio é,
Péssimo
Péssimo sou eu no silêncio,
na solidão de uma sala vazia
Na solidão do papel e caneta,
dos olhos cor de mel a terem devaneios
do olhar vazio daquela pessoa que ontem passou por mim
Na solidão das estrelas
sexta-feira, 26 de março de 2010
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